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10 ATUALIDADE MAIS NOTÍCIAS DO SETOR EM: WWW.ENGEOBRAS.PT • SUBSCREVA A NOSSA NEWSLETTER Tektónica regressa em abril de 2025 A organização da Tektónica anunciou que a 27ª edição do certame terá lugar de 10 a 12 de abril de 2025, na FIL – Centro de Congressos e Exposições de Lisboa. Petronor e a O.C.O. vão fabricar materiais de construção que capturam CO2 A Petronor e O.C.O Technology vão iniciar, no segundo semestre do ano, a construção da primeira fábrica na Europa continental para o fabrico de agregados sintéticos, ou seja, um agregado calcário manufaturado que substitui os agregados naturais das pedreiras e que também captura CO2 da atmosfera. Além disso, durante a produção, vão reduzir o CO2 e os resíduos, uma vez que estas são as matérias-primas utilizadas para fabricar os novos agregados. Os dados recolhidos pela organização indicam que a edição de 2024 registou um crescimento em participações de empresas, ascendendo a 300 presenças, nacionais e internacionais, e uma forte adesão de visitantes, ultrapassando as 25.500 visitas. Segundo um inquérito efetuado durante a feira, os visitantes, profissionais e público avaliaram positivamente esta edição, com 98% a referir que o evento correspondeu às expetativas. A acrescentar a isto, 92% dos visitantes profissionais consideram que o certame contribui para a projeção e crescimento económico do setor e 94% recomenda a visita a outros profissionais do setor, tencionando repetir a visita na próxima edição. Em 2025 a Tektónica pretende reforçar o seu estatuto enquanto marketplace e como local privilegiado para a apresentação das principais novidades e tendências, através de um programa de ações e iniciativas para o setor, onde se destacam as últimas inovações. Mantêm-se igualmente a realização em simultâneo com o SIL – Salão Imobiliário de Portugal. Este projeto terá como acionistas a Petronor, com 75%, e a O.C.O., com 25%, e representa um investimento de 20 milhões de euros. A central já tem todas as autorizações e o seu arranque está previsto para o início de 2026. Para o arranque desta central, será utilizado CO2 capturado, como o que provém da refinaria da Petronor. Através da tecnologia O.C.O., o CO2 reage quimicamente com resíduos provenientes da incineração de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU). Como resultado, são obtidos agregados carbono-negativos utilizados como matéria-prima no setor da construção para produzir telhas, blocos de construção, argamassa ou betão não estrutural, entre outros. "Estamos a gerar um produto manufaturado de agregado que acaba por substituir o agregado convencional de pedreira, com o consequente benefício de evitar a exploração de agregados em pedreiras, promovendo a manutenção da paisagem e a economia circular ao utilizar como matéria-prima resíduos que se destinavam a aterro", afirmam os responsáveis pelo projeto. Isto é conseguido graças à aliança tecnológica da Petronor com a O.C.O. Technology e à sua Tecnologia de Carbonatação Acelerada (ACT) patenteada, que permite gerar valor a partir dos resíduos produzidos pela sociedade (resíduos que os cidadãos depositam nos contentores), transformando-os em materiais que são utilizados na construção graças à utilização do CO2 capturado nos processos industriais ou da atmosfera, reduzindo assim a pegada que deixamos no planeta.

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